Oficinas culturais de férias começam com muita disposição dos participantes
Atualizado em 14/01/2019 - 17:50
Fundação Cultural Cassiano Ricardo
Oficina de jazz realizada na manhã desta segunda-feira (14), na CC Tim Lopes, no Bosque dos Eucaliptos - Foto: Divulgação/FCCR - Foto: PMSJC

Avelino Israel
Fundação Cultural Cassiano Ricardo

“Adorei a ideia das oficinas de férias. Eu já tinha participado das oficinas regulares de ioga e dança de salão, mas essa é a primeira vez no jazz. É ótimo pode exercitar, relaxar e extravasar, tudo na mesma atividade, traz um benefício para a nossa mente e nosso corpo”. A declaração entusiasmada é da aposentada Anastácia Midori Yamazaki Nakazoni, de 58 anos, uma das muitas participantes das 69 oficinas culturais de férias, oferecidas pela Fundação Cultural Cassiano Ricardo.

A programação começou nesta segunda-feira (14) e prossegue até o dia 25 de janeiro em 12 locais diferentes da cidade, sem necessidade de inscrição. A participação é permitida a partir dos 6 anos. Anastácia participou da oficina realizada na Casa de Cultura Tim Lopes, no Bosque dos Eucaliptos (região sul). Ao todo, há oficinas em 26 modalidades. Confira aqui a programação completa das oficinas, com os locais, datas e horários disponíveis.

Segunda explicou a orientadora Gláucia Fernandes Ribeiro, o jazz oferece muitos benefícios, principalmente para os adultos. “Muitas vezes eles procuram o jazz por orientação médica, tanto para questões emocionais como físicas. Em pouco tempo conseguem realizar movimentos que antes não conseguiam. Isso traz muita satisfação para eles”, enfatizou Gláucia.

“Já para as adolescentes, o jazz ajuda muito na parte física e na autoestima, além de combater a preguiça e a ansiedade”, destacou. a orientadora. “O jazz é tudo para mim, eu amo a dança e eu recomendo para todo mundo, porque é um bem-estar na minha vida”, contou Franciela do Carmo Santos, de 20 anos, que já é aluna de jazz há 5 anos, na oficina regular da modalidade, realizada durante o ano na CC Tim Lopes.

Lian Gong

No Centro da Juventude, no Jardim América (região sul), também pela manhã, a professora de circo Ellen Moreira, de 32 anos, decidiu conhecer e começar a praticar uma atividade nova para ela, o lian gong. A oficina é coordenada no local pelo Núcleo de Ação Cultural Descentralizada (NACD) da Fundação Cultural.

“É bem relevante para minha área, pois os movimentos são terapêuticos e podem ajudar contra lesões, no fortalecimento e lubrificação das articulações. E com a meditação também ajuda na parte mental. Foi muito relaxante e importante culturalmente conhecer essa prática, pois é uma atividade física bem restauradora e agradável”, destacou Ellen Moreira.

O lian gong foi criado em 1974 pelo médico ortopedista chinês Zhuang Yuan Ming e é um dos primeiros sistemas de prática corporal oriental, que integra a tradição milenar das artes corporais chinesas aos modernos conhecimentos da medicina ocidental.

A modalidade no local foi orientada por Edna Inês Fernandes, que ensina a prática oriental há 3 anos. “Na aula de hoje ensinei três práticas. A primeira foi a percussão para a vitalidade. A segunda foi para a parte posterior do corpo e a terceira um treinamento perfumado, uma meditação em movimento, que elimina as energias perversas”, explicou a orientadora.

 

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