Semifinais do vôlei agitam os alunos nos Jogos Escolares
Atualizado em 19/11/2025 - 17:49
Jogos de Vôlei quarteto
União entre estudantes e professores marcaram as disputas emocionantes - Foto: PMSJC

Fernanda Niquirilo
Educação e Cidadania

Colaborou o estagiário Igor Claret

Os Jogos Escolares da Rede de Ensino Municipal (REM) estão nos momentos decisivos. 

As semifinais de todos os esportes aconteceram nesta semana e as finais terão início na próxima segunda-feira (24), com entregas de medalhas e a definição dos grandes vencedores de 2025.

Nesta quarta-feira (19), o Centro Esportivo Mário Weiss, localizado no bairro Vale do Sol, recebeu as últimas semifinais do vôlei quarteto, que entrou recentemente no calendário das competições do fundamental I (1º ao 5º ano).

A modalidade foi inserida há 3 anos e em 2025 registrou o maior número de participantes, com 31 escolas, que foram divididas em 9 grupos com três e 1 grupo com quatro.

O quarteto é formado por 3 alunos e um docente dentro de quadra, podendo ter até 2 docentes. As partidas são disputadas em 1 set de 25 pontos e as finais em 3 sets de 25 pontos cada. 

Este estilo de jogo aproxima os professores dos alunos, que competem pelo mesmo objetivo dentro de quadra, criando mais respeito e união entre eles.

“A expectativa deste ano na modalidade é alta, pelo recorde no número de escolas. A interação entre professor e aluno traz mais harmonia nessa relação”, explica Marco Oliveira, assessor de política educacional.


Marco Oliveira ao lado de Vera Naito, da Gestão de Projetos l Foto: PMSJC

Vitoriosos

Os alunos da Emefi Maria Amélia Wakamatsu, localizada no bairro Campos de São José, região leste, são os atuais campeões da modalidade e estão empolgados para defender o título.

“Estou muito confiante, estamos jogando bem! Até melhor do que no ano passado”, destacou Ana Julia Lopes, de 14 anos, aluna do 8° ano.

Para o vice-diretor Fabrício da Silva, que faz parte da equipe com os alunos, os Jogos Escolares desenvolvem valores importantes nos jovens. “Essa integração nos aproxima e eles não nos veem como uma figura de autoridade apenas, mas também como um amigo. Isso gera confiança em ambas as partes”, ressaltou.

Os companheiros de time confirmam a visão do dirigente. “É uma experiência ótima jogar com o nosso vice-diretor, ele nos ajuda muito e incentiva bastante”, conta Gustavo de Sousa, de 13 anos, aluno do 7° ano.


Vice-diretor e alunos prontos para a próxima partida | Foto: PMSJC


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