Paula Paz
Mobilidade Urbana
Ao longo de 2025, a Prefeitura de São José dos Campos desenvolveu e executou uma série de ações estruturantes voltadas à melhoria da mobilidade urbana, segurança viária, fluidez do trânsito e promoção de modais sustentáveis.
O conjunto de projetos reforça o compromisso da administração municipal com uma cidade mais conectada, eficiente, acessível e ambientalmente responsável.
Confira os principais destaques de 2025:
1. São José inicia operação e amplia frota de ônibus elétricos
A Prefeitura deu um passo histórico na mobilidade urbana ao iniciar a operação da nova frota de ônibus elétricos, um dos principais compromissos do Plano de Gestão 2025–2028.
A iniciativa consolida a cidade como referência nacional em inovação e sustentabilidade, se tornando a primeira do país com transporte público 100% elétrico.
A mudança começou em outubro, com a apresentação dos cinco primeiros ônibus, que rapidamente conquistaram a aprovação dos usuários. Mais 15 chegaram na véspera de Natal, totalizando 20 veículos.
Ao todo, serão 400 ônibus elétricos, implantados gradativamente até a substituição completa dos modelos atuais. A Prefeitura também já concluiu a licitação para a implantação da infraestrutura de carregamento.
2. Renovação da frota atual de ônibus
Em 2025, São José dos Campos recebeu mais 134 ônibus para a renovação da frota do transporte público. Os novos veículos substituíram gradualmente os ônibus mais antigos e elevaram para 193 o total de veículos novos incorporados ao sistema desde 2024, atendendo as três empresas que operam na cidade, Expresso Maringá do Vale, Joseense e Saens Pena, até a conclusão da transição para a frota 100% elétrica.
3. Direita Livre
O projeto piloto “Direita Livre” foi implantado em 31 vias do município. A iniciativa permite a conversão à direita mesmo com o semáforo fechado, em cruzamentos em formato de “T”, promovendo maior fluidez viária.
O projeto integra o conceito de mobilidade inteligente, reduzindo tempos de espera e aumentando a eficiência do sistema viário urbano.
4. Duplicação da Avenida Sebastião Gualberto
A duplicação da Avenida Sebastião Gualberto avançou em 2025 para uma nova fase, com a execução da mesoestrutura do novo viaduto de ligação entre as avenidas João Marson e Teotônio Vilela e a execução da passagem inferior que irá ligar a Avenida Teotônio Vilela a Avenida Sebastião Gualberto.
5. Requalificação da Ponte Minas Gerais
A Ponte Minas Gerais, que liga os bairros Santana e Alto da Ponte, passou por ampla requalificação estrutural em 2025, com tratamento e recomposição de áreas com armadura exposta; recuperação de trincas; reforço estrutural; implantação de passeio compartilhado com ciclovia; recapeamento e nova sinalização.
6. Implantação da Via Jaguari
A Via Jaguari passou a conectar diretamente as regiões norte e central da cidade, promovendo melhorias significativas ao reduzir o tráfego em vias locais e diminuir a circulação de caminhões em áreas residenciais.
A infraestrutura conta com nova ponte, ciclovia, calçadas acessíveis e iluminação pública em LED.
7. Conclusão da 3ª Fase da Via Oeste
Em 2025 foi concluída a terceira fase da Via Oeste, interligando São José dos Campos ao município de Jacareí por vias internas, sem utilizar a Via Dutra.
A obra contemplou serviços de terraplenagem, drenagem, pavimentação asfáltica, sinalização e implantação de ciclovia e calçada ao longo de toda a extensão de 3,6 km, além da construção da travessia do córrego Rio Comprido.
8. Expansão de ciclovias
São José dos Campos é reconhecida pela ABCSP (Associação Brasileira de Ciclistas) como “Cidade Amiga da Bicicleta” devido à sua extensa infraestrutura cicloviária. Em 2025, a cidade atingiu 212,84 km de infraestrutura cicloviária.
Composição da malha:
Uma nova ciclovia conectou a região do Putim ao DCTA, ampliando a malha cicloviária da cidade. São 8 quilômetros de extensão, integrando a região a uma malha contínua de 30 quilômetros.
18,37 km de ciclovias implantados no ano, distribuídos em:
9. Radar sonoro
No segundo semestre de 2025, São José dos Campos iniciou a fase de testes do radar sonoro, também conhecido como radar antibarulho. A tecnologia combina sensores acústicos e câmeras para o monitoramento dos níveis de ruído no tráfego urbano, com foco especial em veículos, principalmente motocicletas, que circulam com escapamentos adulterados ou fora dos padrões permitidos.
Cada equipamento conta com 32 microfones de captação direcional, capazes de identificar com precisão a origem do som e sua direção em até quatro faixas de rolamento. O sistema analisa continuamente os ruídos do ambiente com base em parâmetros previamente definidos e, ao identificar níveis acima do permitido, aciona automaticamente as câmeras para o registro da placa do veículo e da ocorrência.
Durante a fase de testes, o radar sonoro possui caráter educativo e de avaliação técnica, não havendo aplicação de multas. Após a conclusão dessa etapa e a validação do sistema, a tecnologia passará a ser utilizada para a autuação de infrações, conforme a legislação vigente, contribuindo para a redução da poluição sonora e para a melhoria da qualidade de vida urbana.
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